Missão Pará Amapá

Missão Pará Amapá

Pr Ricardo Silva

Tesouraria

O plano bíblico de apoio à obra de Deus é por meio dos dízimos e ofertas de seu povo. Disse o Senhor: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa” (MI 3:10).

A igreja tem adotado esse plano desde os seus primórdios.

“O sistema dos dízimos e ofertas destinava-se a impressionar a mente das pessoas com uma grande verdade – verdade de que Deus é a fonte de toda bênção a suas criaturas, e de que a Ele é devida a gratidão do ser humano pelas boas dádivas de sua providência” (Patriarcas e Profetas, p. 525).

“Os dízimos e ofertas trazidos a Deus são um reconhecimento do direito que Deus tem sobre nós pela criação, bem como o reconhecimento desse mesmo direito que a Ele assiste pela nossa redenção. Pelo fato de que tudo que temos e somos provém de Cristo, tais ofertas devem reverter de nós para Ele. Devem lembrar-nos sempre o direito que a Deus confere a nossa redenção, o maior -de todos os direitos, e que inclui todos os demais” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 479).

“O dízimo é sagrado, reservado por Deus para si mesmo. Tem de ser trazido ao seu tesouro, para ser empregado em manter os obreiros do evangelho em seu trabalho” (ibid., v.9, p. 249).

“Ele deu a seu povo um plano para levantamento de fundos suficientes para empreendimento de manutenção própria. O plano divino do sistema do dízimo é belo em sua simplicidade e equidade. Todos podem dele lançar mão com fé e ânimo, pois é divino em sua origem. Nele se aliam a simplicidade e a utilidade.  Todo homem, mulher e jovem podem tomar-se tesoureiros do Senhor, e agentes em atender às exigências sobre o tesouro. Diz o apóstolo: ‘Cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntai; conforme a sua prosperidade’ (I Co 16:2)” (ibid., v. 3; p. 388,389).

“Deus tem feito depender a proclamação do evangelho do trabalho e dos donativos de seu povo. As ofertas voluntárias e os dízimos constituem o meio de manutenção da obra do Senhor. Dos bens confiados aos homens, Deus reclama certa porção – o dízimo. A todos Ele deixa a liberdade para decidir se desejam ou não dar mais do que isto” (Atos dos Apóstolos, p. 74).

Texto Mateus 25: 28

Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que, não tem, até o que tem lhe será tirado.

PLANO FINANCEIRO

Objetivos e propósitos dos controles internos

Os objetivos dos controles internos na organização são prover certeza razoável referente à confiabilidade do relatório financeiro, da eficácia e eficiência das operações, da conformidade com as leis e regulamentos (incluindo os denominacionais), da certeza de que os recursos são usados de acordo com os propósitos aprovados e da proteção dos ativos da organização quanto ao mau uso.

  1. Ao estabelecer os controles internos, a comissão diretiva da organização analisará e identificará o risco que poderá resultar nos demonstrativos financeiros que não refletem a posição atual da organização.
  2. A comissão diretiva estabelecerá regulamentos e procedimentos para lidar com a devida separação de deveres, a autorização de transações e atividades, a documentação e registros adequados, o controle físico sobre os ativos e registros e a conferição, independentemente do desempenho.
  3. A comissão diretiva supervisará a documentação administrativa dos controles internos da organização.

PRINCÍPIOS E RESPONSABILIDADES DO TESOUREIRO

  1. Contabilizar semanalmente todos os recibos emitidos, em ordem numérica, observando o destino de cada valor, registrando-o e cuidando para que não haja diferença nas somas do recibo.
  2. Colar todas as guias de distribuição de Dízimos e ofertas emitidos pelo tesoureiro.
  3. Informar os diversos departamentos da Igreja quanto é a disponibilidade de caixa, de acordo com o orçamento, a fim gastos excessivos e consequentes endividamentos.
  4. Zelar por todas as coletas da Igreja, juntamente com o diácono responsável, logo após a sua arrecadação.
  5. Fazer prestação de contas à Igreja do movimento da tesouraria no mínimo uma vez por trimestre.
  6. Manter os pagamentos de despesas rotineiras da Igreja em dia.
  7. Enviar as remessas da Igreja para a MPA na Primeira semana pós o último Sábado do mês (Até o dia dez de cada mês)
  8. Exigir documentos legais com comprovantes de toda e qualquer despesa da Igreja (Nota Fiscal). COM
  9. Participar de todas as reuniões marcadas pela MPA
  10. Cuidar para que o zelador da Igreja esteja devidamente registro na MPA
  11. Não trocar cheques na remessa da Igreja.
  12. Não tomar nem conceder empréstimos por conta dos fundos da Igreja.
  13. Enviar mensalmente a MPA o total referente ao salário do zelador, encargos sociais e seguros.

 CONTROLE ORÇAMENTÁRIO DA IGREJA

  1. Todos os departamentos devem ter parte no orçamento da Igreja.
  2. A porcentagem que cada departamento receberá das entradas locais dependerá do estudo feito pela comissão da Igreja.
  3. O orçamento sugestivo da comissão financeira será apresentado à comissão da Igreja, que fará o devido estudo.
  4. O orçamento deverá ser apresentado à Igreja em uma reunião administrativa (de negócios), previamente convocada, para análise e aprovação da Igreja.
  5. Caso as entradas não estejam respondendo ao orçado ou esteja abaixo das despesas da Igreja, novamente deve se convocar uma reunião administrativa para análise e reavaliação da situação financeira da Igreja.

ENCONTRO DE TESOURARIA

13 de Março – Belém

20 de Março – Macapá